Evangelho no Lar

“Onde quer que se encontrem duas ou três pessoas reunidas em meu nome, eu com elas estarei”. Jesus (Mateus, 18:20)

O QUE É O EVANGELHO NO LAR?

Trata-se do estudo do Evangelho de Jesus em reunião familiar. O Evangelho no Lar, realizado no ambiente doméstico, é precioso empreendimento que traz diversos benefícios às pessoas que o praticam. Permite ampla compreensão dos ensinamentos de Jesus e a prática destes, nos ambientes em que vivemos. Ampliando-se o conhecimento sobre o Evangelho, pode-se oferecê-lo com mais segurança a outras criaturas, colaborando-se para a implantação do Reino de Deus na Terra. Com o estudo do Evangelho de Jesus aprende-se a compreender e a conviver junto a família humana.

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Aceite Jesus em sua casa

POR QUE FAZER O EVANGELHO NO LAR?

O cultivo dos bons pensamentos satura o ambiente doméstico de boas vibrações e facilita a presença dos benfeitores espirituais, que trazem amparo e inspiração necessários para superar as dificuldades que porventura surjam na vida.

COMO FAZER O EVANGELHO NO LAR?

Apresentamos abaixo uma sugestão de roteiro para elaboração do Evangelho no lar.

 

O EVANGELHO NO LAR

FINALIDADES:

  1. Estudar e praticar o Evangelho de Jesus, ao mesmo tempo, proteger os lares contra influências espirituais negativas;
  2. Beneficiar pessoas necessitadas por meio de preces e vibrações espirituais.

ROTEIRO:

  1. Escolher dia e hora da semana em que se possa contar com a presença de familiares, observando rigorosamente essa designação para assegurar a assistência dos benfeitores espirituais;
  2. Iniciar as reuniões com o número que for possível de pessoas presentes que permita formar uma corrente vibratória de sustentação. Caso haja só 1 (um) participante, não há impedimento algum;
  3. Designar um dos presentes para dirigir a reunião, podendo ser feito um rodízio, caso desejarem;
  4. Abrir a reunião com uma prece simples e espontânea, dirigida a Deus, que poderá ser proferida pelo dirigente da reunião ou qualquer participante;
  5. Ler um pequeno trecho do Evangelho segundo o Espiritismo e, na falta deste, do próprio Novo Testamento;
  6. Comentar o trecho lido, com palavras simples e compreensíveis buscando sempre a aplicação dos ensinamentos de Jesus na conduta pessoal e na vida diária, podendo qualquer dos presentes participar dos comentários com objetividade e clareza, evitando-se debates e discussões acaloradas;
  7. Realizar, em seguida, vibrações de fraternidade e de amor para necessitados, na seguinte ordem:
    – para a paz na Terra e no coração dos homens;
    – para a difusão do Evangelho no mundo;
    – para auxílio aos enfermos, encarcerados, descrentes e suicidas, mentalizando Jesus abençoando todo o lar;
    – para ajudar aos trabalhadores de Jesus, que se dedicam à prática do bem e ao esclarecimento público das verdades espirituais.
  8. Prece de encerramento.

OBSERVAÇÕES:

  1. Os lares cristãos são refúgios sagrados para os membros da comunidade, e o Evangelho no Lar é um recurso de extraordinária importância de que se utiliza o Plano Espiritual Superior para sustentar o trabalho de Evangelização na humanidade e proteção da família;
  2. Por sua importância realizadora, esse trabalho é especialmente visado pelos espíritos inferiores, que sempre interferem para impedir sua expansão, sendo necessárias perseverança e fé para continuidade e preservação;
  3. Poderão ser feitas vibrações para os casos justos e graves que atingem a sociedade, a nação e a humanidade; por exemplo, desastres, catástrofes, etc…
  4. Não se deve permitir, em hipótese alguma, que a reunião se transforme em trabalho mediúnico, ou debates sobre assuntos doutrinários diferentes;
  5. Evitar comentários e críticas ofensivas a pessoas ou religiões, bem como conversas pouco edificantes, antes ou após a reunião;
  6. Uma reunião não deve ultrapassar trinta minutos, podendo ser utilizada música suave e adequada para melhor realização da preparação e do encerramento.

 

“O lar é o coração do organismo social.
Em casa começa nossa missão no mundo.
Organizemos nosso agrupamento doméstico do Evangelho.”
(Scheila)